novembro 24, 2006

Há dias em que você tem uma porção de convites para sair e a única vontade é ficar em casa; botar as suas coisas em dia e nem sei se são as coisas ou se é você mesma se colocar em dia.

Agora sou estudante.

Meio passada nos anos, para me ver às voltas com cadernos e notas finais, mas estou gostando de reviver isso.

Um MBA num Instituto d Economia, curso de altíssima qualidade, onde me surpreendo em ver tanta gente discutindo, no plano das idéias, algo que faço, sem tantas elocubrações, desde 99.

E mais surpresas ainda, quando vejo como a prática e o dia-a-dia afastam você de uma sintonia mais fina com o cenário nacional, que existe acho que só no plano das idéias.

Pois afinal, o que que é o real? O que se pensa ou o que existe?

E vêm as dicotomias, as esquizofrenias da teoria e da prática.

Ingenuidades flagrantes, ideários exageradamete puros ao lado de uma prática de resultados, uma ideologia definida nem pura nem impura, mas possível e a constatação de que é um grande imbroglio a questão social, a desigualdade, a perversidade do mercado, a nossa criatividade diante das dificuldades e o grande e enorme jogo, do qual fazemos parte, ainda que não tehamos a total consciência do que está sendo jogado.

Com tantas questões, conclui que o melhor era ficar em casa e redescobrir as coisas simples da minha vidinha.

Afinal, essa história de ser lúcido 24 horas é muuuuuuito cansativa!

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